Como usar a camisinha na luta contra o HIV?

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Na luta contra o HIV

“Sexo não tem idade. Proteção também não”. Esse foi o slogan da campanha do Ministério da Saúde no Dia Mundial de Luta contra a AIDS de 2008 focado nos homens acima de 50 anos. “Essa é uma parcela menor da população, mas eles não usam camisinha. O número de pessoas de 50 a 59 anos com AIDS aumentou”, alerta Mariângela Simão, diretora do Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS (PN-DST/AIDS). As mulheres também estão mais vulneráveis à doença – desde 2000, há 15 casos entre homens para 10 entre mulheres. O Ministério estima que 630 mil pessoas estejam vivendo, hoje, no Brasil, com o HIV. De 1980 até o ano passado, foram declarados 205.409 óbitos, no país, devido à doença. Portanto, seja qual for a sua idade, crença ou sexo, o importante é se informar e se proteger.

A AIDS é uma doença causada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, mais conhecido como HIV, sigla proveniente do inglês (Human Immunodeficiency Vírus). Também vem do inglês a própria sigla AIDS (Acquired Immune Deficiency Syndrome), que em português significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. O HIV destrói os linfócitos, células responsáveis pela defesa do nosso organismo, tornando a pessoa infectada vulnerável a outras infecções causadas por microorganismos invasores, tais como bactérias, protozoários e outros vírus. São as chamadas ‘doenças oportunistas’, como a tuberculose e a pneumonia, que aparecem quando o organismo está enfraquecido.

A AIDS não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. No entanto, os sintomas são geralmente semelhantes e, além disso, comuns a outras doenças, sendo facilmente confundidos. São eles: febre persistente, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares, manchas na pele, gânglios ou ínguas embaixo dos braços, no pescoço ou na virilha, que podem levar muito tempo para desaparecer.

Por isso, se há suspeita de infecção pelo HIV, a confirmação através de exames certificados pela ANVISA é fundamental. Eles podem ser feitos nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs), da rede pública de saúde, onde são gratuitos. Outra opção acessível e rápida é o Teste Rápido HIV-1/2 do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), que dispensa estrutura laboratorial. Com apenas uma gota de sangue, é possível saber, em 15 minutos, qual é o resultado. O teste, no entanto, deve ser confirmado por outros exames.

Cuide-se!

Há muito tempo, a AIDS deixou de ser conhecida como a ‘doença dos gays’. Tanto é que, hoje, a forma de transmissão predominante do vírus é pelo sexo praticado de forma insegura entre heterossexuais. Os homens respondem a 29,7% dos casos e as mulheres, a 90,4% dos casos. Entre os homens, a segunda principal forma de transmissão é homossexual (20,7% dos casos), seguida de usuários de drogas injetáveis (19%). Entre as mulheres, a segunda forma de transmissão é entre usuárias de drogas injetáveis (8,5% dos casos).

A AIDS não tem cura, mas prevenir é muito simples, basta querer! Portanto, evite:

– Sexo vaginal, anal e oral sem preservativo. A camisinha (masculina ou feminina), além de impedir a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS, também é um eficiente método contraceptivo, evitando a gravidez. – Uso da mesma seringa ou agulha por mais de uma pessoa. – Transfusão de sangue sem procedência segura e conhecida (ele pode estar contaminado). – Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

Importante! As mulheres devem tomar cuidado redobrado, uma vez que a mãe infectada pode passar o HIV para o filho durante a gravidez, no parto e durante a amamentação.

Você sabe mesmo usar a camisinha?

Na dúvida, siga o passo-a-passo: – Camisinha masculina

1) Abra a embalagem com cuidado, sem usar os dentes, para não furar a camisinha.

2)Coloque o preservativo somente quando o pênis estiver ereto. Aperte a ponta da camisinha para retirar o ar e desenrole-a até a base do pênis. Se ela não ficar bem encaixada na ponta, ou se tiver ar dentro, a camisinha pode rasgar.

3) Se for usar lubrificante, escolha um à base de água. Evite vaselina e outros lubrificantes à base de óleo.

4) Após a ejaculação, retire a camisinha com o pênis ainda ereto. Feche a abertura e dê um nó no meio da camisinha. Jogue-a no lixo.

5) Nunca reutilize o preservativo. Usá-lo mais de uma vez não previne doenças e nem a gravidez. – Camisinha feminina É uma “bolsa” de 15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro feita de poliuretano, um plástico macio, mais fino e lubrificado do que o látex do preservativo masculino. Na extremidade fechada existe um anel flexível e móvel que serve de guia para a colocação da camisinha no fundo da vagina. A borda do outro extremo termina em outro anel flexível, que vai cobrir a parte externa da vagina.

6) Ache uma posição confortável para colocar a camisinha: fique em pé com um dos pés em cima de uma cadeira, sentada com os joelhos afastados, agachada ou deitada.

7)Segure a camisinha com o anel externo pendurado para baixo.

8) Aperte o anel interno e introduza na vagina. Com o dedo indicador, empurre a camisinha o mais fundo possível, para cobrir o colo do útero. O anel externo deve ficar uns 3 cm para fora da vagina.

9) Com o vai-e-vem do pênis, é normal que a camisinha se movimente. Se você sentir que o anel externo está sendo puxado para dentro, segure-o ou coloque mais lubrificante.

10) Terminada a relação, retire a camisinha apertando o anel externo. Torça a extremidade externa da bolsa para garantir a manutenção do esperma no interior da camisinha e puxe-a para fora delicadamente.

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